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Campanhas
Não à Transposição PDF Imprimir E-mail
Transposição
Seg, 02 de Maio de 2011 09:56

As duas greves de fome (2005 e 2007) realizadas por D. Luiz Cappio, o bispo da diocese de Barra, foram certamente os dois momentos mais conhecidos da luta contra a Transposição do Rio São Francisco, mas não foram os únicos. A luta pelo São Francisco envolve vários atores e já teve alguns capítulos escritos ao longo de quase um século de lutas, quando o projeto da Transposição do Rio São Franciso foi proposto pela primeira vez.

As greves de fome foram ações extremas para chamar a atenção da sociedade brasileira e do mundo para um empreendimento que avança ao longo do Nordeste do país, ignorando todos os problemas sociais e ambientais que causa, principalmente às populações que vivem ao longo do rio, com as suas mais distintas características, já que abrange desde grandes centros urbanos até as comunidades e povos tradicionais, como as populações ribeirinhas, as nações indígenas e os povos quilombolas. 
Mas para entender as discussões em torno do Projeto de Transposição das Águas do Rio São Francisco é preciso conhecer um pouco mais do “Velho Chico”, as regiões que percorre e as populações que vivem ao longo da sua bacia. 

 

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Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra PDF Imprimir E-mail
Limite da Propriedade
Seg, 02 de Maio de 2011 08:58

A Campanha

Criada em 2000 pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA), a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra: em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar, é uma ação de conscientização e mobilização da sociedade brasileira para incluir na Constituição Federal um novo inciso que limite às propriedades rurais em 35 módulos fiscais. Áreas acima dos 35 módulos seriam automaticamente incorporadas ao patrimônio público.

O módulo fiscal é uma referência, estabelecida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que define a área mínima suficiente para prover o sustento de uma família de trabalhadores e trabalhadoras rurais. Ele varia de região para região e é definido para cada município a partir da análise de várias regras, como por exemplo, a situação geográfica, qualidade do solo, o relevo e condições de acesso. A aprovação da emenda afetaria somente pouco mais que 50 mil proprietários de terras.

 

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URGENTE! SALVE O RIO SÃO FRANCISCO E SEUS POVOS! PDF Imprimir E-mail
Opará
Qui, 28 de Abril de 2011 11:41

SALVE O RIO SÃO FRANCISCO E SEUS POVOS!

As obras de transposição, as barragens hidrelétricas e as usinas nucleares ameaçam a sobrevivência deles.

De 02 a 05 de maio, na Esplanada dos Ministérios em Brasília, os povos indígenas do Nordeste participarão do Acampamento Terra Livre, para denunciar os violentos impactos dos grandes projetos desenvolvimentistas nos territórios sagrados

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA MANIFESTAR A SUA SOLIDARIEDADE E ENCAMINHE ESTE EMAIL PARA SEUS CONTATOS

ASSINE A PETIÇÃO DA CAMPANHA OPARÁ

que será entregue durante o Acampamento

http://www.apoinme.org.br/index.php?option=com_jforms&view=form&id=3&Itemid=93

 

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Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo PDF Imprimir E-mail
Trabalho Escravo
Qui, 10 de Março de 2011 10:36

De olho aberto para não virar escravo

Há anos Maranhão, Tocantins, Piauí, Ceará, Minas Gerais são percorridos por empreiteiros do Pará e Mato Grosso. Estes empreiteiros são conhecidos como gatos. Eles caçam trabalhadores rurais para derrubadas de mata, roço de juquira, limpeza de pasto, aceiro e conserto de cerca. Chegam com promessas bonitas de emprego e salário mas depois, quando os peões entram nas fazendas, encontram ameaça, espancamento e trabalho escravo. Milhares de pessoas sofreram muito nos últimos anos e dezenas, ao tentarem sair do cativeiro, foram torturadas e até mortas.


Escravidão por dívida e trabalho forçado não são resquícios do passado em fazendas remotas e atrasadas. Encontram-se nos desmatamentos, na produção de carvão, nos seringais e garimpos, em projetos com incentivos fiscais de bancos e multinacionais. São consequências de uma receita de modernização e da limitada democracia brasileira”. (Alison Sutton, Trabalho Escravo, 1994)

 

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